Roland-Morris Disability Questionnaire and Oswestry Disability Index: Which Has Better Measurement Properties for Measuring Physical Functioning in Nonspecific Low Back Pain? Systematic Review and Meta-Analysis.

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Categoria Systematic review
RevistaPhysical therapy
Year 2016
CONTEXTO: O funcionamento físico é um domínio de resultado básico a ser medido na dor lombar inespecífica (NSLBP). Um painel de especialistas recomendou o Questionário de incapacidade de Roland-Morris (RMDQ) e o índice de incapacidade de Oswestry (ODI) para medir esse domínio. O RMDQ original de 24 itens e ODI 2.1a são recomendados por seus desenvolvedores. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi avaliar se o RMDQ de 24 itens ou o ODI 2.1a possui melhores propriedades de medição do que o outro para medir o funcionamento físico em pacientes adultos com NSLBP. FONTES DE DADOS: bancos de dados bibliográficos (MEDLINE, Embase, CINAHL, SportDiscus, PsycINFO e Google Scholar), referências de revisões existentes e rastreamento de citações foram as fontes de dados. SELEÇÃO DE ESTUDOS: dois revisores selecionaram estudos que realizaram uma comparação direta de propriedades de medição (confiabilidade, validade e capacidade de resposta) dos 2 questionários. Os padrões baseados no COnsensus para a seleção da lista de verificação de Medição de Instrumentos de Saúde (COSMIN) foram utilizados para avaliar a qualidade metodológica desses estudos. EXTRACÇÃO DE DADOS: As características e resultados dos estudos foram extraídos por 2 revisores. Uma meta-análise foi realizada quando houve suficiente homogeneidade clínica e metodológica entre os estudos. SÍNTESE DE DADOS: foram incluídos nove artigos, para um total de 11 estudos avaliando 5 propriedades de medição. Todos os estudos foram classificados como tendo uma qualidade metodológica baixa ou fraca. O ODI apresentou melhor confiabilidade test-retest e menor erro de medição, enquanto o RMDQ apresentou melhor validade de construção como medida do funcionamento físico. Havia evidências contraditórias para ambos os instrumentos em relação à capacidade de resposta e evidências inconclusivas para consistência interna. LIMITAÇÕES: Os resultados desta revisão não são generalizáveis ​​para todas as versões disponíveis desses questionários ou para pacientes com causas específicas para a LBP. CONCLUSÕES: com base em estudos de comparação cabeça-a-cabeça existentes, não há motivos fortes para preferir 1 desses dois instrumentos para medir o funcionamento físico em pacientes com NSLBP, mas estudos de maior qualidade são necessários para confirmar esta conclusão. A validade do conteúdo, estrutural e transcultural destes questionários em pacientes com NSLBP deve ser avaliada e comparada.
Epistemonikos ID: e1d03789127f3f7fa7c93dcd1f5ca923292c1009
First added on: Jul 06, 2016
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