Categoria
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Systematic review
Revista»The primary care companion for CNS disorders
Year
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2015
OBJETIVO: Gabapentina é comumente utilizada fora do rótulo no tratamento de transtornos psiquiátricos com sucesso, falha e controvérsia. Uma revisão sistemática da literatura foi realizada para elucidar a evidência de benefício clínico da gabapentina em distúrbios psiquiátricos. FONTES DE DADOS: pesquisas bibliográficas sobre o uso de gabapentina em distúrbios psiquiátricos foram realizadas em motores de busca PubMed e Ovid MEDLINE sem restrições de idioma desde 01 de janeiro de 1983 até 1º de outubro de 2014, excluindo estudos não humanos. Para as referências psiquiátricas, as palavras-chave bipolar, depressão, ansiedade, humor, transtorno de estresse pós-traumático (transtorno de estresse pós-traumático e PTSD), transtorno obsessivo-compulsivo (transtorno obsessivo-compulsivo e TOC), álcool (abuso, dependência, retirada), drogas (abuso , Dependência, retirada), opioides (abuso, dependência, retirada), cocaína (abuso, dependência, retirada) e anfetamina (abuso, dependência, retirada) foram cruzados com gabapentina OU neurontin. SELEÇÃO DE ESTUDO E EXTRACÇÃO DE DADOS: os resumos 988 resultantes foram lidos por 2 revisores; As referências foram excluídas se a gabapentina não fosse um composto do estudo ou os sintomas psiquiátricos não foram estudados. As referências resultantes foram posteriormente lidas, revistas e analisadas; 219 pertinentes ao uso de gabapentina em distúrbios psiquiátricos foram mantidos. Apenas 34 ensaios clínicos que investigaram distúrbios psiquiátricos continham qualidade do nível de evidência II-2 ou superior. RESULTADOS: Gabapentina pode ter benefício para alguns transtornos de ansiedade, embora não haja estudos para transtorno de ansiedade generalizada. A gabapentina tem menos probabilidades de se beneficiar de forma adjunta para o transtorno bipolar. Gabapentina tem uma eficácia mais clara para o desejo de álcool e os sintomas de abstinência e pode ter um papel no tratamento adjunto da dependência de opióides. Não há evidências claras para a terapia com gabapentina na depressão, prevenção do TEPT, TOC ou outros tipos de abuso de substâncias. As limitações dos dados disponíveis incluem variação na dosagem entre estudos, gabapentina como monoterapia ou tratamento adjuvante e diferentes resultados primários entre os ensaios. CONCLUSÕES: são necessárias mais pesquisas para esclarecer melhor o benefício da gabapentina em distúrbios psiquiátricos.
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First added on: Jul 07, 2016